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Caloira aos 26

A professora que decidiu ser contabilista

Caloira aos 26

A professora que decidiu ser contabilista

É tipo o segundo filho, mas ao contrário

Isto de fazer um segundo curso é quase como ter um segundo filho, mas ao contrário. 

Dizem os experientes que quando têm o primeiro bebé em casa há mil cuidados: roupinha quase esterilizada, não se deixa pôr nada à boca, compram-se todos os acessórios que facilitam a vida dos pais... Mas quando chega o segundo... ele que se desenrasque. O miúdo pode andar descalço, comer terra se quiser, fica com quase tudo o que era do irmão... Who cares? Se cai, azar, ele já se levanta... Esfola-se todo? Paciência, o irmão também era assim. 

No meu caso é o oposto. Noto que me esforço MUITO mais para este curso. Acho que não há um dia que não estude, passo o fim de semana a trabalhar, a adiantar exercícios para a semana que se aproxima... No primeiro curso passavam-se dias sem pegar nas coisas. Se não entendia uma matéria deixava andar até aos exames e nessa altura aprendia à pressa a resolver. Caso não conseguisse, ia decorado e fazia qualquer coisa para não deixar em branco. Podia ter sido muito melhor aluna, olhando para trás. Mas agora não deixo passar nada sem compreender. Não deixo passar um exercício sem resolver e corrigir de seguida. Quero absorver tudo e sinto-me a aprender tanto que nem sei como vou arrumar toda esta informação na minha cabeça. Parece que fui às compras e comprei mais do que cabe no meu armário... 

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